1967. A Ericsson tentou dar uma sobrevida ao seu famoso Ericofon – JK no Brasil, Cobra no exterior – lançando o modelo 700. As linhas perderam cantos arredondados, ficando mais “quadrado”. Um pouco menor que o modelo original, tinha como principal novidade o teclado de pressão, ao invés do antigo disco numérico. Vinha acompanhado com uma manual em 13 idiomas, um folheto demonstrativo da conexão na parede e, cuidado sueco, o parafuso para prender a caixa de derivação na parede.
Este das fotos foi recentemente encontrado, “abandonado” entre móveis vendidos para uma loja de objetos usados. Está em sua caixa de cartão ondulado original.
Posts com a Tag ‘comunicação’
TELEFONE ERICOFON 700
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009PHLIPS 2600
sábado, 28 de novembro de 2009
1929. Tempo áureo do rádio. Os aparelhos eram a principal atração de uma casa. A conexão com o mundo. A Philips sempre com seus aparelhos de qualidade. Essa peça é um móvel, pesado e que provavelmente permitiu a seus proprietários estarem atentos ao que ocorria em todo o mundo. Imaginem depois de restaurado, pela mágicas mãos do Indalécio, da Officina do Rádio.
TELEFONES QUE ROMPERAM O CONCEITO: ERICOFON E GRILLO
segunda-feira, 23 de novembro de 2009O telefone Grillo, desenhado por Marco Zanuso e Richard Sapper para a SIT-Siemens da Itália, é a segunda grande alteração do design de telefones. O Ericofon mudou totalmente o conceito de que o aparelho tinha que ficar “estático” sobre uma mesa e pegava-se apenas o fone. No Ericofon e também no Grillo, todo o conjunto ficava nas mãos do usuário, aparelho e monofone integrados.
O Grillo é o “pai” dos “flip-fones” que, hoje, as empresas de telefones celulares apresentam como “grande modernidade”. Essa grande modernidade nasceu nas pranchetas italianas no início dos anos 1960.
A Unión Telefónica del Río de la Plata (UT)
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Apesar de ser uma campanhia “argentina”, a UT foi estabelecida por um cidadão bostoniano (EUA) que havia trabalhado no Centro de Meteorologia de Cordoba (AR), associado a um engenheiro inglês.
Como a ITT também já era proprietária da Western Electric (WE), fabricante de equipamentos para telefonia, os aparelhos da UT – terminais de assinantes – eram construídos com as partes de maior tecnologia da própria WE sendo assim, intercambiáveis.





















